Corretora gringa Coinbase deve comprar brasileira Mercado Bitcoin, diz jornal

A Coinbase, maior corretora de criptoativos dos EUA, prepara um acordo de aquisição da 2TM, empresa brasileira dona da Mercado Bitcoin, startup com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão (R_jobs(data.conteudo)nbsp;4,76 bilhões na cotação atual). A informação vem do Estadão. O negócio estaria em andamento desde o ano passado, com o anúncio oficial previsto para até o final de abril. Procurados pelo jornal, a Coinbase não retornou e a 2TM não comentou.

A intenção da Coinbase, de acordo com o texto, é dar continuidade aos seus planos de expansão global e busca pela liderança na América Latina, anunciados em carta em fevereiro. Neste mês, a empresa anunciou sua chegada oficial ao Brasil por meio da implantação de um hub de talentos tecnológicos, abrindo assim 130 vagas de emprego. Sua rivalidade maior será com a plataforma Binance, que já é a preferida de parte dos investidores locais.

Nos EUA, a Coinbase conseguiu movimentar US$ 86 bilhões (R$ 409,8 bilhões) após listar suas ações na bolsa norte-americana Nasdaq no ano passado. O mercado de criptoativos está bem aquecido: deve render R$ 120 bilhões este ano no Brasil e US$ 2 trilhões no mundo (R$ 9,5 trilhões), segundo projeções da Spiralem Innovation Consulting.

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2TM, controladora do Mercado Bitcoin, foi avaliada em US$ 2,2 bilhões (Imagem: Pierre Borthiry/Unsplash)

A 2TM, controladora do Mercado Bitcoin, foi avaliada em US$ 2,2 bilhões (R$ 14 bilhões) na mais recente rodada de investimentos, do tipo série B (para acelerar a empresa), ocorrida em julho e que levantou US$ 200 milhões (R$ 1,2 bilhão). Foi liderada pelo gigante japonês Softbank e complementada em novembro com mais US$ 50 milhões (R$ 318 milhões) pelos investidores 10T, Tribe Capital, TC, People Capital e pelo fundo Scale Up da Endeavor. Antes do investimento, a companhia prtendia abrir seu capital na bolsa, de acordo com o Estadão.

A corretora de criptomoedas cria uma infraestrutura baseada na tecnologia blockchain para o mercado financeiro. Seu ecossistema é formado por mais sete empresas além do Mercado Bitcoin: Meubank, MBDA Digital Assets, Bitrust, Blockchain Academy, Clearbook, MezaPro e ParMais. Em janeiro, recebeu investimentos do Mercado Livre.

Fonte: Estadão, Cointelegraph

Fonte feed: canaltech.com.br

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