Windows 11 e Windows 10 rodam em mais de 1,4 bilhão de PCs, revela Microsoft

Nesta semana, a Microsoft divulgou o relatório do segundo trimestre do ano fiscal de 2022 e, com ele, revelou que o Windows 10 e Windows 11 rodam em mais de 1,4 bilhão de PCs ativos mensalmente. Segundo o CEO da companhia, esse seria o “renascimento do computador”.

O crescimento do mercado de PC é evidente. Do terceiro trimestre do ano fiscal anterior para o momento atual, foram somados 100 milhões de computadores ativos com Windows (também segundo dados da própria Microsoft). É provável que parte do aumento tenha sido provocado pelo lançamento do Windows 11 em 2021.

A estreia do Windows 11 certamente impulsionou os números da Microsoft (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Sem apresentar detalhes sobre as informações reveladas, Nadella observa que o uso do computador aumentou após a introdução do Win 11. “Três meses depois, e estamos muito satisfeitos com a resposta ao Windows 11”, disse na conferência com investidores.

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O Windows 11 foi apresentado em junho do ano passado e não demorou para ser colocado em fase experimental pública. Em outubro, o sistema operacional foi lançado com boa parte das novidades prometidas pela Microsoft, incluindo a nova interface, loja de apps, ferramentas nativas aprimoradas e muito mais.

A gratuidade do novo sistema para usuários do Windows 10 e os recursos prometidos em junho ajudaram a vender o Windows 11 (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Boa parte do sucesso do sistema provavelmente se dá pela gratuidade para usuários antigos — quem usa o Windows 10 (e tem um PC compatível) pode migrar para o novo SO sem pagar nada. Nem mesmo os obstáculos impostos pelos requisitos mínimos parece impedir a popularização do sistema, embora tenha, sim, desacelerado um pouco a adesão.

A Microsoft Store está mais popular

Apesar de não distribuir uma imensidão de aplicativos famosos, a Microsoft Store cresceu em popularidade nos últimos meses. A empresa diz que usuários recorrem à loja para baixar programas com muito mais frequência do que antes, na antiga versão do Windows 10.

A nova loja de aplicativos do Windows promete ser um lar para todos os programas (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)

Essa constatação, de fato, é importantíssima para a plataforma. De nada iria servir se a loja fosse um canal para download de apps, se boa parte dos usuários ainda usasse o navegador para baixá-los.

Instalar aplicativos pela Microsoft Store oferece vantagens pontuais, tais como atualizações gerenciadas automaticamente pela plataforma, centralizadas num único painel. Até mesmo rivais de programas da Microsoft, como o Firefox, estão disponíveis para download pela loja.

O Ccleaner, popular programa recentemente adicionado à loja, tem inúmeras cópias (incluindo versões não oficiais pagas) disponíveis na Microsoft Store (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)

Porém, a loja do Windows ainda sofre com uma variedade imensa de aplicativos falsos ou enganosos. Uma pesquisa pelo novo Media Player, por exemplo, mostra inúmeras “alternativas” para download — e boa parte delas nem player de músicas é. É parecido com o que a Play Store, do Google, sofre no Android.

Fonte: Windows Central, Wall Street Journal

Fonte feed: canaltech.com.br

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