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Os 15 jogos mais polêmicos da história dos consoles

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Reprodução/Canaltech
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A indústria de jogos eletrônicos sempre transitou por território controverso, com estúdios que buscam testar os limites do aceitável tanto pelo público quanto pelas plataformas. Enquanto alguns títulos apostam em violência explícita, outros exploram conteúdo sexual, exposição a sangue ou linguagem agressiva. Essa busca por provocação gerou polêmicas memoráveis que marcaram a história dos videogames.

Controvérsias que marcaram época

Entre os casos mais impactantes está Call of Duty: Modern Warfare 2 (2009), que incluiu a missão “No Russian”. O cenário mostrava um massacre dentro de um aeroporto executado pelos próprios jogadores, o que gerou repercussão negativa mundial. A Activision chegou a incluir a opção de pular a cena e avisos prévios para desconforto do público. A polêmica foi tanta que a empresa decidiu recriar a missão de forma idêntica no remake de 2020.

Franqueamentos fracassados e escândalos judiciais

E.T. The Extra Terrestrial (1982) representa um dos maiores fracassos da história dos games. Lançado para capitalizar o sucesso do filme de Steven Spielberg, o jogo apresentou bugs absurdos, falhas de jogabilidade e uma adaptação medíocre do longa-metragem. A Atari, proprietária dos direitos, chegou a enterrar milhões de cartuchos no deserto do Novo México para tentar minimizar as perdas.

Lethal Enforcers (1992) causou impacto ao apresentar gráficos realistas combinados com violência gráfica. O jogo permitia que os jogadores disparassem contra bandidos em cenários que recapitulavam crimes urbanos. O governo norte-americano se envolvera diretamente no caso, com senadores discutindo a necessidade de censura. O título foi removido das lojas e contribuiu para o surgimento de sistemas de classificação indicativa.

Polêmicas com conteúdo sexual e censura

BMX XXX (2002) tentou chamar atenção através de polêmica sexual. O jogo de ciclismo colocava atletas femeninas vestindo biquínis minúsculos em poses consideradas sugestivas. A própria Sony solicitou alterações para aprovar o título no PlayStation 2, mas mesmo assim o jogo recebeu críticas pesadas da imprensa e do público.

Bully (2006),da Rockstar, apresentou uma proposta que inquietou pais e educadores: um game com crianças e adolescentes em situações de agressão, bulliying e ameaças. O título chegou a ter vendas proibidas em diversos países, incluindo o Brasil. Apenas dez anos depois, em 2016, o jogo voltou a ser comercializado legalmente no país.

Violência extremada eimesmo banidos

Carmageddon (1997) propunha uma mecânica inovadora e perturbadora: ganhar pontos ao atropelar pedestres. O game Premiava Causar acidentes de trânsito e provocações de caos social. A proposta ultrasa limites tão graves que o título foi banido em vários países, inclusive no Brasil, onde o sistema de classificação indicativa já existia na época.

Kakuto Chojin: Back Alley Brutal (2002) foi produzido pela Microsoft para impulsionar o primeiro Xbox. O jogo de luta em 3D apostava em violência extrema como diferencial competitivo contra franquias estabelecidas como Tekken e Dead or Alive.

Fonte: https://canaltech.com.br

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