A tradicional marca britânica Vertu, conhecida por produzir smartphones ultraluxuosos, acaba de lançar seu mais novo dispositivo dobrável no mercado brasileiro. O Vertu Alphafold arrived com proposta diferenciada, combinando materiais premium e um sistema de inteligência artificial voltado para o ambiente corporativo. No entanto, o aparelho chama atenção não apenas pelo luxo, mas também pela polêmica escolha do processador, considerado defasado frente às tendências mais recentes de IA em smartphones topo de linha.
Preço milionário e acabamento premium
O dispositivo,最低起售价为 R$ 34.400, however, Versions with Ouro e Diamantes podem alcançar impressionantes R$ 220 mil. A marca mantém sua tradição de utilizar materiais nobres, como couro acabamento em couro legítimo, titânio estrutural e detalhes em metais preciosos, direcionando-se a um público de altíssimo poder aquisitivo que valoriza exclusividade e design diferenciado.
Especificações de tela e bateria
O Alphafold possui tela interna dobrável de 8,05 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, proporcionando imagens suaves e cores vibrantes. Na parte externa, o usuário encontra um display de 6,53 polegadas para uso rápido sem necessidade de abrir o aparelho. A bateria de 6.500 mAh garante autonomia expressiva, posicionando o dispositivo como uma opção funcional para profissionais que dependem do celular ao longo do dia.
Hermes Agent: IA para o mundo corporativo
O grande diferencial do novo dobrável está no sistema de inteligência artificial chamado Hermes Agent. Desenvolvido para atuar de forma autônoma em tarefas empresariais, o assistente organiza agendas, analisa dados e se integra com aplicativos como Google Workspace, Booking e Amazon. A proposta da Vertu é transformar o smartphone em um assistente executivo inteligente, automatizando rotinas corporativas e aumentando a produtividade dos usuários.
Processador gera questionamentos
Apesar das especificações robustas e do foco em IA corporativa, o Vertu Alphafold utiliza o chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite. Embora seja um processador topo de linha lançado em 2025, ele já não representa o que há de mais avançado em unidades de processamento neural para IA generativa e agentes autônomos. Essa escolha técnica levanta dúvidas sobre o equilíbrio entre luxo e desempenho tecnológico, especialmente considerando o preço elevadíssimo do aparelho.
O novo dispositivo da Vertu apostou em materiais premium e exclusividade para atrair consumidores do segmento de luxo, porém a decisão de utilizar um processador que já fica abaixo do esperado para tarefas de IA avançadas pode afastar aqueles que buscam o que há de mais moderno em tecnologia mobile.
Fonte: https://canaltech.com.br
