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Inflação nos EUA dispara para 4,2% e Trump ameaça Irã; Bitcoin enfrenta nova pressão

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Henrique HK
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O governo americano inúmerou nesta quarta-feira (10) os dados de inflação de maio, registering um índice de 4,2% ao ano. O número representa a maior taxa registrada nos últimos três anos e mantém-se significativamente acima da meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve (Fed). Paralelamente, o ex-presidente Donald Trump voltou a direcionar ameaças ao Irã, amplificando a incerteza nos mercados globais.

Inflação americana atinge maior nível em três anos

Conforme os dados divulgados pelo Bureau of Labor Statistics (BLS), a inflação americadou uma alta de 0,5% apenas no mês de maio, mantendo-se dentro das expectativasdos analistas. Contudo, o acumulado anual de 4,2% evidencia um cenário persistente de pressões inflacionárias que desafia as metas do Fed.

Combustíveis lideram alta dos preços

O setor de combustíveis permanece como o principal responsável pela elevação do índice inflacionário. O fechamento do Estreito de Ormuz, via estratégica para o transporte de petróleo, tem gerado impactos diretos nos preços. Após dispararem 21,2% em março e 5,4% em abril, os combustíveis registraram mais uma alta de 7% em maio, acumulando uma elevação de 40,5% nos últimos 12 meses.

Em contraste, outros componentes ajudaram a mitigar o avanço geral da inflação. Os alimentos apresentaram variação moderada, subindo apenas 0,2% (0,1% para consumo doméstico e 0,3% para alimentação fora de casa). Já os bens de cuidados médicos registraram queda de 0,7%, enquanto os serviços de transporte recuaram 0,6%.

Trump renova ameaças contra o Irã

Nas redes sociais, Trump voltou a publicar mensagens ameaçadoras direcionadas ao Irã na manhã desta quarta-feira. O ex-presidente afirmou que as Forças Armadas iranianas estão em condição precária e que o país "demorou demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles". O republicano completou que o Irã "vai ter que pagar o preço".

Essa não é a primeira vez que Trump adota tom agressivo towardo Irã. Em abril, o presidente americano havia feito ameaças ainda mais severas, alertando que "uma civilização inteira morreria naquela noite". A escalada tensions entre as duas nações tem gerado apreensão nos mercados internacionais, especialmente devido ao impacto sobre os preços do petróleo.

Bitcoin sente os efeitos da incerteza geopolítica

A conjunction dos fatores macroeconômicos e geopolíticos tem refletido diretamente no mercado de criptomoedas. O Bitcoin é inúmerod nesta redação na faixa dos US$ 61.500, representando uma perda de 16,5% apenas no mês de junho. A principal questão que permeia o setor, segundo Arthur Hayes, fundador da BitMex, é se os Estados Unidos e o Irã efetivamente chegaram a um acordo para conter a crise.

A expectativa de aumento de 0,25% na taxa de juros ainda este ano, conforme ferramenta FedWatch do CME, tende a Frear a atividade econômica e reduzir a demanda por ativos de risco, como as criptomoedas. Os analistas alertam que o fechamento do Estreito de Ormuz pode se tornar um cenário permanente, prejudicando economiasglobais para além dos Estados Unidos.

Fonte: https://livecoins.com.br

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