Durante as últimas semanas, tive a oportunidade de testar a Steam Machine da Valve em meu próprio setup e a experiência foi reveladora. Não vou mentir: o dispositivo recebeu uma nota 6 na avaliação profissional, e concordo com essa avaliação. Porém, mesmo já possessor de um PS5 e um Xbox Series X, algo me fez considerar seriamente gastar os 1.049 dólares para adquirir uma unidade imediatamente.
O principal motivo dessa vontade é simples: a biblioteca de jogos. Tanto o console da Sony quanto o da Microsoft são excelentes para seus respectivos ecossistemas, mas nenhum dos dois consegue acessar os centenas de jogos que acumulei ao longo dos anos na plataforma Steam. É uma coleção que cresceu significativamente e que, até agora, ficava restrita ao meu computador pessoal.
A verdadeira mágica, contudo, está na integração com o ecossistema Steam. A função de salvamento em nuvem permite que eu continue minha experiência de jogo exatamente de onde parei, seja no Steam Deck portátil ou na Steam Machine da sala. Essa continuidade é algo que meus consoles simplesmente não oferecem. É como ter a liberdade do PC gaming combinada com a praticidade de um equipamento de entretenimento integrado à televisão.
É claro que existem desvantagens. O preço não é pequeno, e há compromissos em termos de hardware que precisam ser feitos. Mas para quem, como eu, já vive dentro do ecossistema Steam e busca uma experiência de jogo na tela grande sem complicação, a Steam Machine se mostra uma aquisição que faz sentido.
Fonte: The Verge
