A empresa de tecnologia Meta realizou uma alteração importante no funcionamento do seu assistente virtual baseado em inteligência artificial, o Muse. Na terça-feira, veio à tona que a ferramenta passou a permitir que usuários curiosos explorassem livremente sua estrutura interna de arquivos.
Os arquivos revelados proporcionaram um olhar raro sobre o funcionamento interno de um chatbot de inteligência artificial. Diversos detalhes considerados confidenciais foram expostos ao público, informações que a própria plataforma havia indicatedo não serem destinadas a serem compartilhadas.
Contudo, a partir desta quarta-feira, o Muse começou a fornecer com total disposição o conteúdo do seu sistema de arquivos sempre que alguém fizesse a solicitação. Essa mudança ocorre porque, conforme explicado posteriormente por Nat Friedman, executivo da Meta, essa exposição faz parte do comportamento planejado para o produto.
Em uma declaração publicada na plataforma X, David Singleton, líder do laboratório de superinteligência da empresa, completou a explicação. Segundo ele, essa decisão de tornar os arquivos acessíveis foi tomada de forma completamente deliberada. Singleton afirmou que a abertura do sistema aos usuários representa uma escolha arquitetural intencional da equipe de desenvolvimento.
Fonte: The Verge