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DIGY11 realiza primeira distribuição de rendimentos superiores a meio milhão de reais aos investidores

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ETF com símbolo do bitcoin ao lado — Fonte: Livecoins
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O fundo DIGY11, primeiro ETF da bolsa brasileira focado em ações preferenciais internacionais de empresas do ecossistema Bitcoin, realizará nesta segunda-feira sua estreia nos pagamentos de rendimentos aos cotistas. O valor total alcançar R$ 524.160,00, correspondentes a R$ 0,14 por cota, com crédito previsto para o dia 13 de outubro aos investidores que mantinham posições no pregão de 5 de outubro.

O pagamento representa um rendimento bruto de 1,37% sobre o valor da cota de referência, antes da incidência de 15% de Imposto de Renda para pessoas físicas. Quando anualizado, o retorno fica em torno de 17,75%, posicionando-se dentro da faixa projetada de CDI acrescido de 3% a 5% ao ano.

Os recursos distribuídos têm origem nas receitas mensais em dólar provenientes das ações preferenciais emitidas pela Strategy, representadas pelo código STRC, e pela Strive, representadas pelo SATA. Os valores são convertidos para reais com proteção contra variações cambiais antes de serem repassados aos investidores.

Lançado em 15 de setembro na B3, o DIGY11 rapidou attracts mais de 800 cotistas em seu primeiro mês de existência, alcançando um patrimônio administrado de R$ 37,7 milhões. O fundo é idealizado e gestionado pela OranjeBTC, a Companhia Bitcoin do Brasil, com estruturação e distribuição realizadas pelo Itaú BBA, enquanto a gestão de recursos fica por conta da 3R Investimentos.

O índice de referência utilizado pelo ETF é fornecido pela MarketVector, empresa pertencente ao grupo VanEck. A administração fiduciária do patrimônio do fundo é exercida pelo Banco Daycoval.

Guilherme Gomes, fundador e principal executivo da OranjaBTC, destacou que a primeira distribuição evidencia o propósito do fundo de converter receitas geradas por instrumentos do mercado internacional, lastreados em empresas com volumes significativos de Bitcoin em seus demonstrativos financeiros, em proventos mensais em reais para o investidor brasileiro.

O DIGY11 não mantém exposição direta ao Bitcoin, mas oferece aos cotistas acesso à economia digital global por meio de instrumentos de renda, com transparência na composição da carteira, divulgação diária do valor patrimonial e negociação contínua na bolsa brasileira.

Os rendimentos mensais são depositados automaticamente nas contas das corretoras onde cada cotista possui suas posições, após dedução das despesas administrativas e demais custos previstos no regulamento do fundo. A estimativa de distribuição anual corresponde ao CDI mais aproximadamente 3% a 5%, sem considerar possíveis variações no valor das cotas.

Fonte: Livecoins

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