Propagandas políticas financiadas com dinheiro público dos Estados Unidos continuaram sendo transmitidas pela televisão americana no dia seguinte à decisão de um juiz federal que ordenou o bloqueio dos anúncios. A juíza Jennifer Rochon concluiu que os comerciais provavelmente violam uma lei americana que proíbe publicidade ou propaganda financiada pelo governo.
O comercial mais exibido ataca os inimigos de Trump e promete "libertar a América desses vilões de uma vez por todas". A campanha também incluiu um anúncio que elogia o histórico de Trump como presidente, outro em que ele afirma que os Estados Unidos são a "nação mais excepcional que já existiu na história da humanidade", além de propagandas relacionadas à guerra no Irã e à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
Rochon, juíza da Corte Federal Americana, emitiu uma ordem de restrição temporária no domingo, 11 de outubro. A medida entrou em vigor às 18h45 daquele dia e determinava que o governo cancelasse os anúncios, "incluindo aqueles programados para a noite de 11 de outubro de 2026".
Fonte: Ars Technica