Em um mercado onde a tecnologia parece avançar em espiral, a Fitbit decidiu olhar para trás. O novo Fitbit Edge, priced at 179.99 dólares, representa uma releitura dos dispositivos vestíveis que marcaram o período entre 2014 e 2020, época em que pulseirinhas como as linhas Charge, Alta e Inspire dominavam o segmento de monitoramento de saúde e atividade física.
A semelhança com os modelos antigos não é coincidência. A empresa apostou em um design que remete às origens dos rastreadores de atividade, quando a proposta era simples: um acessório discreto no pulso capaz de registrar passos, sono e exercícios básicos. Os engastesminimalistas passam quase despercebidos quando o usuário escolhe mostradores de relógio mais sóbrios.
A referência à série de televisão True Detective, com seu filosófico protagonista que reflete sobre o tempo como um círculo que se repete, não poderia ser mais adequada. Assim como na ficção, o universo da tecnologia vestível parece seguir um ciclo previsível. O que foi abandonado em prol de smartwatches mais complexos agora retorna com algumas melhorias sutis.
Para quem utilizou algum dispositivo Fitbit na metade da década passada, o Edge traz uma sensação de familiaridade. As funções principais permanecem as mesmas, mas a experiência foi refinada. A bateria continua sendo um dos grandes trunfos, oferecendo vários dias de uso sem necessidade de recarga constante.
Fonte: The Verge