A Andreessen Horowitz, conhecida no meio de investimentos como a16z, anunciou nesta semana a criação de um novo fundo batizado de Era das Máquinas, com US$ 1,1 bilhão em recursos levantados. O objetivo declarado é ‘abrir a válvula e acelerar a construção física da inteligência artificial’, ou seja, impulsionar os investimentos em infraestrutura material que sustenta a IA.
O novo veículo rompe com a tradição da firma, que historicamente priorizava o poder de escala da programação. Desta vez, o foco recai sobre os componentes e equipamentos que formam a base tecnológica da IA, como circuitos, memória, centros de processamento de dados e robôs.
Segundo a publicação da empresa, os recursos serão direcionados para uma ampla gama de necessidades: sistemas mais rápidos e eficientes, memórias com maior largura de banda e custos reduzidos em toda a hierarquia de armazenamento, interconexões mais ágeis entre nós e sistemas, dispositivos de borda com baixo consumo de energia para que a IA possa explorar e interagir com o ambiente, além de toda a infraestrutura de refrigeração, materiais, fornecimento elétrico e expansão imobiliária necessária para suportar essas tecnologias.
No comunicado, a Andreessen Horowitz descreveu a inteligência artificial como a ‘ferramenta mais poderosa já desenvolvida para resolver problemas e proporcionar abundância’, classificando seu avanço como um imperativo social e nacional.
Fonte: TechCrunch

