O Olhar Digital News desta terça-feira (26/05/2026) traz uma rodada de notícias quehighlighted os maiores desafios e avanços tecnológicos globais. Entre os destaques, a NASA revelou planos ambiciosos para estabelecer uma presença humana permanente na Lua, enquanto o Brasil registrou um marco histórico na área pharmaceutica. O setor de tecnologia, contudo, enfrenta obstáculos significativos com a escassez de semicondutores.
NASA apresenta cronograma para base lunar permanente
A Agência Espacial Norte-Americana detalhou, durante webconferência transmitida ao vivo nesta terça-feira, a operaçãoGigant para viabilizar a permanência humana no satélite natural. O projeto contempla um cronograma que se estende de 2026 até 2032, incluindo a implantação de módulos habitacionais, rovers especializados e veículos adaptados para percorrer longas distâncias na superfície lunar. A infraestrutura ainda prevê uma rede avançada de comunicação para suportar as operações na Lua.
Anvisa aprova primeiro análogo nacional do Ozempic
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu aprovação ao medicamento Ozivy, desenvolvido pela farmacêutica brasileira EMS S/A. Trata-se da primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic disponível no país. A aprovação ocorre após a expiração da patente original do medicamento referência, em 20 de março, abrindo caminho para opções terapêuticas nacionais no tratamento da obesity.
Crise de chips prejudica resultados da Xiaomi
A fabricante chinesa Xiaomi divulgous seus resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2026, e os números revelam o impacto da crise global de semicondutores. O lucro líquido da empresa despencou 57% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O aumento dos preços dos chips de memória foi apontado como principal fator responsável pelo desempenho abaixo do esperado.
SpaceX alerta sobre escassez de GPUs para computação orbital
Em documento pré-IPO enviado aos órgãos reguladores, a SpaceX emitiu alerta sobre a insuficiência da oferta global de chips de inteligência artificial para suas ambições de longo prazo. A empresa de Elon Musk expressou preocupações quanto à disponibilidade de GPUs necessárias para projetos futuros de computação orbital. O arquivamento revela os desafios que a indústria espacial enfrenta para garantir recursos computacionais essenciais ao desenvolvimento de tecnologias no espaço.
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