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Peter Schiff prevê nova queda do Bitcoin para US$ 50.000 e depois para US$ 20.000

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Peter Schiff — Fonte: Livecoins
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O economist Peter Schiff, conhecido por suas críticas vehementes às criptomoedas, voltou a alarmar os investidores do mercado digital. Em publicações nas redes sociais, o especialista afirmou que a principal moeda digital do mundo deve despencar para os 50.000 dólares estadounidenses e, posteriormente, alcançar a marca dos 20.000 dólares. O crítico histórico do Bitcoin dedicou grande parte do seu dia a debater com seguidores e investidores que defendem a criptoativo.

Schiff também direcionou seus ataques à empresa Strategy, de Michael Saylor. Após ter classificado a organização como um esquema fraudulento no mês anterior, o economist alegou agora que a compagnhia será obrigada a vender quantidade expressiva de Bitcoin para manter suas reservas em dólares. Essa não é a primeira vez que Schiff prevề queda abrupta da moeda digital. No início de 2022, ele garantiu que o ativo cairia até os 10.000 dólares, previsão parcialmente concretizada quando a moeda recuou para aproximadamente 20.000 dólares naquele período.

Durante a manhã desta terça-feira, o Bitcoin chegou a ser negociado abaixo dos 58.100 dólares, lutando para se manter acima dos 60.000 dólares. No ambiente digital, Schiff provocou os investidores ao afirmar que o suporte nos 58.000 dólares não deve resistir. "Quando esse nível cedeu, a moeda pode desabar abaixo de 50.000 dólares, testando a mínima de agosto de 2024. Se esse suporte também falhar, o próximo patamar fica em torno dos 20.000 dólares", escreveu o economist.

Em outra publicação, o especialista chegou a mencionar que a criptomoeda eventualmente pode cair para apenas 1.000 dólares, embora acredite que esse número seja mais elevado do que a maioria dos investidores considera possível. Schiff justificou sua previsão explicando que é comum as ações retornarem a mínimas em um período de três anos e meio. "Por que os defensores do Bitcoin consideram tão improvável uma cotação de 20.000 dólares se a moeda foi negociada abaixo desse nível há apenas 3,5 anos? Isso não representa um longo prazo. Não é incomum ações atingirem mínimas de 3,5 anos, então por que o Bitcoin não faria o mesmo, ainda mais sendo mais volátil que a maioria das ações?", questionou.

O economist também alertou sobre a mudança de postura da Strategy. Segundo ele, a empresa deixou de ser a maior compradora de Bitcoin para se tornar a maior vendedora. "A importância disso para o Bitcoin é que Saylor essencialmente se rendeu. A Strategy passou de maior compradora para maior vendedora. Ele pode se esconder e dizer que ainda somos compradores líquidos. Mas não são. Agora ele será vendedor líquido. Ele precisa vender Bitcoin para pagar dividendos das ações preferenciais, reforçar as reservas, cobrir juros e principal da dívida e recomprar ações", explicou Schiff.

Fonte: Livecoins

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