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Wyoming implementa ferramenta da Chainlink para verificar lastro de sua criptomoeda oficial

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Notas de Dólar ao lado de moeda simbólica da Chainlink — Fonte: Livecoins
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A Comissão de Stable Tokens de Wyoming revelou nesta quarta-feira (2) a incorporação do sistema de Prova de Reservas desenvolvido pela Chainlink. A agência reguladora norte-americana pretende assegurar total transparência sobre a garantia patrimonial de seu ativo digital oficial, batizado de Frontier Stable Token (FRNT). A inovação tecnológica atende e até ultrapassa os padrões federais estabelecidos pela Lei GENIUS dos Estados Unidos.

O mecanismo integra auditorias independentes conduzidas por profissionais especializados com verificações automatizadas realizadas diretamente nas redes blockchain. A legislação federal vigente determina a publicação periódica dos demonstrativos de reservas e da oferta total de tokens em relatórios mensais. Essa periodicidade, contudo, gera intervalos de tempo que deixam os investidores sem informações atualizadas sobre oscilações no saldo das garantias.

Para solucionar essa defasagem informativa, a comissão estadual já publicava declarações em seu portal eletrônico. Com a chegada da nova plataforma, todo o processo passa a contar com validação técnica contínua, eliminando desconfianças sobre a solidez do fundo garantidor. A empresa de auditoria The Network Firm fica responsável pela conferência dos saldos de oferta da moeda FRNT, seguindo as normas estabelecidas pelo conselho nacional de contadores dos Estados Unidos. Após a conclusão dessa verificação, o protocolo da Chainlink distribui os números confirmados de maneira praticamente instantânea aos participantes do mercado.

Anthony Apollo, diretor executivo da Comissão de Tokens Estáveis de Wyoming, enfatizou a robustez da infraestrutura tecnológica escolhida. O administrador público esclareceu que o sistema comprova a cobertura integral do ativo FRNT por instrumentos financeiros de elevada qualidade.

A parceria institucional também contempla a futura adoção do modelo de emissão segura do sistema de validação. Essa funcionalidade programará o protocolo para criar novos tokens exclusivamente quando as reservas possuírem valor igual ou superior à quantidade de moedas em circulação. Esse mecanismo de bloqueio técnico funciona como barreira contra riscos de ataques cibernéticos que tentem gerar moedas de forma ilimitada.

Johann Eid, diretor de negócios da Chainlink Labs, celebrou o estabelecimento de um padrão de transparência que supera o modelo federal atualmente em vigor. O executivo sublinhou a aplicação prática da ferramenta por governos na construção de uma economia digital baseada em infraestrutura confiável.

O anúncio da prova de reservas sucede a migração anterior da autarquia para o Protocolo de Interoperabilidade entre Redes da Chainlink. Esse sistema opera como a infraestrutura exclusiva de comunicação entre redes para o ativo financeiro do estado. A emissão pioneira do token FRNT por uma entidade pública dos Estados Unidos aconteceu em janeiro de 2026.

O criptoativo possui garantia respaldada em dólares americanos em espécie e títulos de curto prazo do tesouro norte-americano. Os rendimentos gerados por esse fundo diversificado incrementam as receitas estaduais de Wyoming atualmente. Os recursos destinam-se a um programa regional focado no desenvolvimento de escolas públicas, com o objetivo de promover qualidade de vida para os habitantes da região.

A rede Chainlink se posiciona como a principal fornecedora de dados para o ecossistema de finanças descentralizadas em escala planetária. A tecnologia estabelece pontes entre contratos inteligentes e ambientes externos, movimentando dezenas de trilhões em transações ao redor do mundo. Diversas corporações globais recorrem à arquitetura dessa empresa para transferir capital financeiro com maior eficiência e velocidade. Entre essas organizações encontram-se empresas tradicionais do mercado financeiro internacional como Swift, Euroclear, Mastercard, Fidelity e o banco UBS.

O protocolo utiliza um modelo financeiro com taxas operacionais que transformam os ganhos corporativos em moedas da própria rede. O projeto acumula o token LINK proveniente dessas transações em uma reserva estratégica para preservar a sustentabilidade de suas operações.

Fonte: Livecoins

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