A Microsoft enfrenta dificuldades para cumprir suas próprias metas climáticas, conforme evidenciado em seu mais recente relatório de sustentabilidade. O documento mostra que as emissões de carbono da empresa aumentaram significativamente em 2025, atingindo 34 milhões de toneladas métricas sem a aplicação de intervenções seletivas.
De acordo com o relatório, o crescimento expressivo das emissões está diretamente relacionado à expansão da infraestrutura de data centers da empresa. Além disso, a decisão tomada em fevereiro do ano passado de interromper a compra de certificados de energia renovável não adicionais e desacoplados também contribuiu para o aumento dos números.
A gigante da tecnologia havia estabelecido uma ambiciosa meta para 2030: alcançar o status de carbono negativo, o que significa que a empresa precisará remover mais carbono da atmosfera do que emite. Com o aumento registrado em 2025, a Microsoft precisará intensificar significativamente seus esforços para atingir esse objetivo nos próximos anos.
Especialistas do setor observam que o desafio é comum entre empresas de tecnologia que dependem de grande quantidade de energia para operar suas infraestruturas de computação em nuvem, especialmente com o crescimento da demanda por serviços de inteligência artificial.
Fonte: The Verge
