A autoridade monetária europeia deu um passo significativo rumo à modernização financeira do continente. Em comunicado oficiais, o Banco Central Europeu revelou a relação completa de instituições que participarão dos testes preliminares da nova moeda digital. A lista contempla bancos tradicionais, empresas de tecnologia financeira e processadores de pagamento de diversos países do bloco econômico.
O selection process atraiu mais de cinquenta propostas interessadas, das quais apenas thirty-six foram aprovadas. O resultado mostra a forte adesão do mercado ao projeto. Entre os nomes de destaque estão o Deutsche Bank, a Stripe, a Revolut, a UniCredit e a Adyen, representando tanto o setor bancário tradicional quanto o segmento de startups tecnológicas. A composição geográfica revela liderança da Itália, com sete instituições selecionadas, seguida pela Alemanha, com cinco representantes. Portugal também marca presença com três entidades, enquanto a Grécia contribui com igual número de participantes.
O objetivo principal dos testes é avaliar a viabilidade técnica e operacional da moeda digital, além de aprimorar a experiência dos usuários. Segundo o BCE, o programa piloto visa apoiar os trabalhos preparatórios para uma possível emissão formal do euro digital. A previsão inicial indica início das operações para o segundo semestre de 2027, com duração de doze meses. O orçamento previsto para desenvolvimento da solução offline varia entre duzentos e vinte milhões e seiscentos e sessenta e dois milhões de euros.
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, recentemente esclareceu que a nova moeda funcionará como complemento às formas de pagamento existentes, não pretendendo substituir o dinheiro físico em circulação. A autoridade enfatizou que o euro digital busca expandir as opções disponíveis para cidadãos e empresas, mantendo a diversidade do ecossistema financeiro europeu.
Além das instituições privadas, dezenove bancos centrais nacionais estarão envolvidos no programa experimental. Os participantes serão responsáveis por diferentes frentes: enquanto algumas entidades oferecerão serviços voltados ao consumidor final, outras atenderão especificamente o segmento varejista. O próprio pessoal técnico do BCE e dos bancos centrais nacionais terá acesso para realizar transações experimentais.
A infraestrutura permitirãotransações tanto em ambiente digital quanto offline, facilitando pagamentos entre pessoas físicas, empresas e estabelecimentos comerciais físicos. Para Piero Cipollone, membro do Comitê Executivo do BCE, o elevado interesse do mercado demonstra que o setor privado está preparado para contribuir ativamente no fortalecimento do panorama de pagamentos europeu.
Fonte: Livecoins
