Neste sábado, 19 de setembro de 2026, nosso satélite natural já ultrapassa a metade de sua iluminação, seguindo sua trajetória em direção à lua cheia. O astro encontra-se na fase crescente gibosa, com aproximadamente 54% de sua superfície visível a olho nu.
De acordo com o rastreador diário da NASA, quem olhar para o céu nesta noite poderá identificar a olho nu três das principais "mares" lunares: Mare Vaporum, Mare Serenitatis e Mare Fecunditatis. Para quem dispõe de binóculos, a experiência se torna ainda mais rica, permitindo avistar a Cratera Alphonsus, a Cratera Posidonius e o Mare Nectaris. Astrônomos amadores com telescópios terão acesso a pontos especiais, como os locais de pouso das missões Apollo 16 e 17, além da Cratera Linne.
A próxima lua cheia está programada para o dia 26 de setembro, quando o satélite estará completamente iluminado e visível em toda sua majestade. Acompanhar essa transição oferece uma oportunidade especial para entusiastas da astronomia e curiosos.
As fases da lua resultam de seu movimento ao redor da Terra, que leva cerca de 29,5 dias. Durante esse ciclo, diferentes porções do lado iluminado do satélite ficam visíveis, criando as oito fases distintas. O Instituto de Estudos Espaciais americano explica que a fase observada depende da posição relativa entre a lua, a Terra e o Sol.
As oito fases são: Lua Nova, quando o satélite fica entre a Terra e o Sol e seu lado visível permanece escuro; Crescente, quando uma pequena fatia de luz aparece do lado direito no Hemisfério Norte; Quarto Crescente, com metade da lua iluminada do lado direito; Gibosa Crescente, quando mais da metade está iluminada, mas ainda não está cheia; Lua Cheia, com toda a face lunar visível; Gibosa Minguante, quando o astro começa a perder luz do lado direito; Quarto Minguante, outra meia lua agora com o lado esquerdo iluminado; e Minguante, quando resta apenas uma fina fatia de luz do lado esquerdo antes de o ciclo recomeçar.
Fonte: Mashable