Brynn Putnam, ex‑bailarina com uma pequena rede de estúdios boutique, construiu a empresa de fitness conectado Mirror e a vendeu por 500 milhões de dólares em dinheiro para a Lululemon menos de três anos depois de sua criação. Tristan Walker, cujo negócio de produtos de beleza foi adquirido pela Procter & Gamble, também alcançou o feito raro de criar empresas tão atraentes que corporações maiores as compraram.
Agora, ambos estão mirando um novo segmento: experiências que reúnem pessoas fora do ambiente digital. A ideia de que o encontro presencial pode constituir uma indústria própria tem ganhado força entre um grupo pequeno, porém em expansão, de empreendedores. Esses fundadores investem em espaços de convivência, eventos e plataformas que estimulam a interação face a face, acreditando que a agregação pessoal oferece valor único que a comunicação virtual não consegue replicar.
Investidores começam a observar esse movimento, e várias empresas emergentes que facilitam encontros ao vivo já captaram recursos significativos. A aposta de Putnam e Walker ilustra uma tendência mais ampla de volta ao contato direto, vista por muitos como uma resposta à saturação do mundo online e como uma oportunidade de negócio promissora.
Fonte: TechCrunch