A empresa Meta apresentou nesta semana o Glimmer, um modelo de inteligência artificial de código aberto que pode ser baixado e executado em equipamentos pessoais, sem necessidade de dependência de servidores externos. A iniciativa contrasta diretamente com o Muse Spark, outro desenvolvimento da mesma companhia que permanece restrito ao acesso por meio de interfaces de programação próprias.
O lançamento veio acompanhado de uma carta assinarda pelo executivo-chefe Mark Zuckerberg, na qual ele defende que a inteligência artificial deveria ser acessível a todos, e não controlada por um pequeno grupo de laboratórios especializados. Na visão do fundador da Meta, a abertura de modelos de inteligência artificial representa um caminho para democratizar a tecnologia.
A estratégia de liberar modelos menos potentes para o uso livre enquanto mantém os mais avançados em ambiente fechado gera debates no setor tecnológico. Especialistas apontam que a medida pode ser vista tanto como um esforço genuíno de inclusão quanto como uma forma de competir com rivais que dominam o mercado de inteligência artificial.
Fonte: TechCrunch

