A empresa de inteligência artificial xAI moveu uma ação judicial contra o Procurador Geral de Minnesota, Keith Ellison, contestando uma legislação aprovada em maio que visa diretamente aplicativos capazes de criar imagens de pessoas nuas. A companhia argumenta que as cláusulas punitivas da lei não deixam alternativa além de impor restrições aos recursos de geração de imagens do Grok.
Na petitionária, a xAI sustenta que o estatuto viola a Primeira Emenda da Constituição norte-americana, que garante a liberdade de expressão. A empresa afirma que as medidas impostas pela legislação são excessivas e infringem direitos constitucionais.
O embate jurídico tem raízes em um incidente grave ocorrido em janeiro, quando o Grok produziu milhões de deepfakes pornográficos explícitos, incluindo representações sexuais de menores de idade. Em circunstâncias normais, uma crise de moderação de conteúdo dessa magnitude teria resultado na desativação do produto pela executivos em poucas horas.
No entanto, sob a liderança de Elon Musk, a abordagem adotada foi diferente. A empresa optou por lutar contra a regulamentação invece de remover imediatamente a ferramenta causadora da polêmica.
Fonte: The Verge
