Início Jogos e Consoles The Adventures of Elliot: The Millennium Tales tenta capturar magia de Zelda e Chrono Trigger, mas não consegue replicar a essência dos clássicos | Análise
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The Adventures of Elliot: The Millennium Tales tenta capturar magia de Zelda e Chrono Trigger, mas não consegue replicar a essência dos clássicos | Análise

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Fonte: IGN Brasil
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A Team Asano, divisão da Square Enix reconhecida pelo sucesso da série Octopath Traveler, lança um novo desafio com The Adventures of Elliot: The Millennium Tales. O jogo de ação e aventura busca inspiração nos clássicos The Legend of Zelda: A Link to the Past e Chrono Trigger, criando uma experiência que, apesar de divertente, não alcança a grandiosidade de seus influenciados.

A narrativa acompanha Elliot, um aventureiro que vive em um mundo onde essa classe especial se arrisca além do círculo de proteção contra monstros. O protagonista é apresentado rapidamente ao lado do rei Hichard e da princesa Heuria, personagens que poderiam ter maior desenvolvimento ao longo da campanha. O vilão Kaifried protagoniza a premissa do jogo ao viajar para outras eras em busca de poder, forçando Elliot a enfrentá-lo e salvar o reino.

Durante a jornada, Elliot recebe a companhia de Faie, uma fada que funciona como guia e assistente, trazendo diversas referências à Navi de Zelda: Ocarina of Time. O jogador controla ambos os personagens simultaneamente: o analógico esquerdo move o protagonista, enquanto o direito controla a fada. O sistema de combate explora mecânicas clássicas de Zelda, como espadas, lanças, bumerangues, arco e flecha, além de incluir um sistema de níveis, habilidades e uma moeda chamada Tul para recursos.

As batalhas contra chefes se destacam como o ponto mais forte do jogo. Cada chefe possui design único e exige estratégias específicas, seja com uso de ricochetes, bombas ou poderes elementais da Faie. Infelizmente, a história decepciona com um final que serve mais como porta de entrada para o conteúdo adicional do que como encerramento satisfatório da aventura.

O mundo apresentado utiliza o estilo visual HD-2D, que cria cenários belos e nostálgicos, mas sofre com a sensação de repetição entre as diferentes eras. Embora existam atividades como os desafios dos fragmentos de vida e as missões da Faie, a exploração pode se tornar monótona. Um detalhe curioso é a presença constante de gatos, incluindo a raça Myu, seres meio humanos meio gatos que aparecem como atividade secundária.

A ausência completa de localização em português representa um ponto negativo significativo, limitando a acessibilidade para jogadores brasileiros. Mesmo assim, o jogo oferece uma experiência agradável de aproximadamente 10 horas na campanha principal, com conteúdo adicional no pós-jogo que expande o universo e os personagens.

Fonte: IGN Brasil

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