Um grupo de defesa que busca investigar a influência do Departamento de Eficiência Governamental na Comissão Federal de Comunicações acusou o órgão de não cumprir uma solicitação de registros públicos e de esconder o uso do aplicativo de mensagens Signal pelo presidente Brendan Carr.
"As evidências demonstram claramente que a FCC agiu de má-fé ao reter documentos solicitados através da Lei de Liberdade de Informação", afirmou a jornalista Nina Burleigh e o grupo Frequency Forward em um documento apresentado ontem ao Tribunal Federal de Primeira Instância para o Distrito de Columbia. "A FCC agiu de má-fé ao redefinir os critérios de busca sem notificar os autores ou este tribunal. Além disso, a FCC agiu de má-fé ao ocultar o fato de que o presidente Carr possui uma conta Signal em um telefone que usa para conduzir negócios governamentais."
Burleigh e o Frequency Forward processaram a FCC no ano passado, alegando que a comissão violou a Lei de Liberdade de Informação ao reter indevidamente registros da agência. Em agosto de 2025, um juiz federal ordenou que a FCC produzisse os documentos e criticou a resposta do órgão como "vaga e não informativa".
Fonte: Ars Technica
