O longa-metragem "One Night Only" parte de uma premissa aparentemente absurda: em uma Nova York moderna e visualmente comum, pessoas solteiras só podem fazer sexo uma única noite por ano, sob o que ficou conhecido como Lei da Purga Sexual.
Quem assiste ao trailer pode ter a impressão de que se trata de mais uma comédia romântica tradicional, que apenas usa o conceito bizarro como pano de fundo. Mas não é bem assim. O filme mergulha de cabeça nas implicações dessa regra distópica sobre a vida cotidiana.
Em vez de discutir política, religião, medo ou filosofia, a narrativa se concentra em dilemas amorosos e sexuais, abordados de forma direta e até cômica. Perguntas do tipo "com quem devo transar e por quê" ganham destaque ao longo da trama.
O formato episódico acompanha dois personagens principais vividos pelos atores Monica Barbaro e Call, cujo sobrenome aparece incompleto na fonte original. A história evita grandes discursos sobre moralidade ou liberdade e prefere mostrar, com humor, como as pessoas se adaptam a uma realidade sexual tão restritiva.
Fonte: The Verge

