O Departamento de Defesa dos Estados Unidos desativou uma polêmica orientação clínica que estabelecia a realização de exames obrigatórios de testosterona para todos os efetivo militares. A medida, anunciada pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth em julho, gerou immediate controversy among health experts and military personnel.
O documento com as diretrizes, denominado "Orientação Clínica para Saúde e Otimização do Desempenho Humano", foi disponibilizado ao público em 2 de setembro. No entanto, menos de 24 horas depois, tanto a orientação quanto um pronunciamento do porta-voz Sean Parnell foram retiradas do ar sem esclarecimentos adicionais.
A Reuters foi a primeira agência de notícias a noticiar o desaparecimento do material. Em contato com a publicação Ars Technica, o Pentágono informou que o documento foi "temporariamente rescindido" em 3 de setembro para permitir "atualizações". A justificativa oficial não especificou quais alterações seriam realizadas nem quando a política poderia ser reeditada.
Especialistas em saúde questionaram a base científica da triagem obrigatória de hormônios, argumentando que os níveis de testosterona variam naturalmente entre os indivíduos e não constituem necessariamente um indicador confiável de aptidão militar. A medida também despertou preocupações sobre privacidade médica dos soldados.
Fonte: Ars Technica

