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Proteção contra incêndios em data centers exige estratégia integrada, aponta estudo

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Fonte: DCD
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Os centros de dados enfrentam riscos complexos de incêndio em razão das altas cargas energéticas, do fluxo de ar dos sistemas de refrigeração e da crescente adoção de sistemas de armazenamento de energia baseados em baterias de íon-lítio. Um único incidente pode provocar paralisações catastróficas, destruição de equipamentos e prejuízos duradouros à reputação das empresas operadoras.

A conclusão consta em um estudo recente que alerta para as fragilidades dos sistemas de combate a incêndio convencionais. De acordo com a pesquisa, boa parte das instalações ainda utiliza equipamentos defasados e fragmentados, aumentando a possibilidade de detecção tardia, alarmes falsos e interrupções operacionais de alto custo.

Detectores tradicionais frequentemente falham ao tentar identificar incêndios latentes, pois as correntes de ar forçado dos sistemas de refrigeração diluem as partículas de fumaça e dificultam o alerta precoce. Essa vulnerabilidade se torna ainda mais crítica em ambientes com baterias de íon-lítio, que podem liberar gases inflamáveis antes de qualquer sinal visível de ignição.

Para eliminar essas fragilidades e garantir conformidade com normas técnicas, o documento propõe uma estratégia integrada de proteção. A recomendação inicial é alinhar o zoneamento das instalações aos padrões EN 50600-2-5 e NFPA 75, que estabelecem requisitos específicos para infraestrutura de tecnologia da informação.

Entre as soluções técnicas sugeridas está a adoção de sistemas de detecção por aspiração de fumaça, capazes de identificar gases liberados por baterias em estágio inicial, combinados com mecanismos de supressão por gás inerte silencioso e nebulização de água em alta pressão. O estudo também recomenda a centralização de alarmes, câmeras e controle de acesso por meio de plataformas integradas como Desigo CC e Siveillance.

Por fim, o material destaca a importância de automatizar rotinas de teste e utilizar registros digitais conectados à nuvem para simplificar auditorias e reduzir a incidência de alarmes falsos, assegurando assim a continuidade operacional dos ambientes críticos.

Fonte: DCD

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